Por quem os sinos dobram (jun/2009 a dez/2010)

Este blog está encerrando oficialmente suas atividades.

Obrigado àqueles que me acompanharam nesse um ano e pouquinho de blogagem.

Quem sabe um dia eu abra outro blog, com outro formato, outros objetivos.

Abraços.

Comparando

Sumido da blogosfera

Estou meio sumido. Nem o poema da última quarta-feira entro. Pois é. Excesso de coisas para ler e fazer, pouco tempo. Enfim.

De tudo o que li nessa semana, uma frase marca. Ei-la:

“Leonardo (Boff) lembra logo no primeiro parágrafo de um projeto em que trabalhamos juntos, o do livro “Brasil Nunca Mais”, nos tempos em que escrever e editar textos sobre o que estava acontecendo no país implicava em correr risco de vida. Quem faz belos discursos hoje sobre as “ameaças à liberdade de expressão e em defesa da democracia” hoje não viveu aquele tempo de trevas ou não sabe do que está falando. Ou está querendo enganar alguém, achando que todo mundo é bobo e esquecido.”

Pois é. Chega dessa mumunha pseudo-libertária que a mídia mais reacionária e conservadora, mais tacanha e golpista (sim, golpista) tenta enfiar goela abaixo nos eleitores do Tiririca. Chega.

Ah, quem escreveu a frase foi o Ricardo Kotcho. O resto pode ser lido aqui.

Primeiro passo na UCL

Então vamos documentar a caminhada do Tottenham Hotspur na UCL.

Primeiro passo foi dado: bom empate contra o forte Werder Bremen fora de casa.

Enjoy!


Werder Bremen v Tottenham Hotspur
Carregado por evolspeltz. – Mais videos de esportes profissionais, universitários e clássicos

Um poema às quartas

Belo Belo

Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.

Tenho o fogo de constelações extintas há milênios.
E o risco brevíssimo — que foi? passou — de tantas estrelas cadentes.

A aurora apaga-se,
E eu guardo as mais puras lágrimas da aurora.

O dia vem, e dia adentro
Continuo a possuir o segredo grande da noite.

Belo belo belo,
Tenho tudo quanto quero.

Não quero o êxtase nem os tormentos.
Não quero o que a terra só dá com trabalho.

As dádivas dos anjos são inaproveitáveis:
Os anjos não compreendem os homens.

Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.

— Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.

A voz. Apenas a voz

Sem ornamentos. Sem enfeites. Apenas a voz.

Mas em 1990 dois garotos desconhecidos pegara a voz e puseram uma classuda batida a lá Soul 2 Soul (o que de melhor já foi feito em matéria de dance e r&b) e fizeram essa versão. Desta vez não apenas a voz. Mas ainda assim uma canção poderosa.

Deus e as eleições