Paixão

Paixão. Sofrimento. Morte. O passo necessário pra redenção.

Mas, depois de Baudelaire, quem há de negar que o horrível, que o terrível não pode ser sublime?

E Johann Sebastian Bach foi o que mais sublimemente tratou a paixão. Entre a sanguinolência sensacionalista do neocon Mel Gibson e a beleza inefável de Bach, fico sem pestanejar com a segunda opção.

Bach – Paixão Segundo São Mateus

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