Ainda sobre público de futebol

Ecoando com o post que escrevi a alguns dias, sobre o baixo público nas partidas de futebol em São Paulo, eu colo aqui um texto do Mauro Cezar Pereira sobre o mesmo tema.

“Torcedor troca a arquibancada pela poltrona. E isso poderá matar o futebol

por Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br

A morte de Eduardo Vianna, o Caixa D’Água, vai completar três anos nesta sexta-feira, dia 21 de agosto. Ele presidia a Federação de Futebol do Rio de Janeiro no final dos anos 80, quando a TV Manchete adquiriu os direitos de transmissão dos jogos do campeonato carioca, e passou a mostrar, às 18 horas, os jogos que tradicionalmente começavam às 17 horas sem TV ao vivo.

Obviamente houve impacto na presença do público nos clássicos dominicais do Maracanã. E críticas. Foi então que o famigerado cartola disse que se a televisão estava pagando, não o incomodava ver as arquibancadas vazias. Em suma, público? Não importa. Nunca achei que o cartola fosse um visionário, mas de certa forma ele estava prevendo o futuro.” Continua aqui.

Ecoando com este post: https://sinosdobram.wordpress.com/2009/08/10/o-tumulo-do-futebol/

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Uma resposta para “Ainda sobre público de futebol

  1. A questão do público nos estádios também me chama bastante a atenção, Fabio.
    Em 2001, o Ibope realizou uma pesquisa em oito das principais regiões metropolitanas brasileiras onde questionava aos entrevistados quais eram as duas razões que mais afastavam o torcedor dos estádios. Quase 90% dos entrevistados mencionaram a violência como um desses dois fatores. Outros 39% apontaram a desorganização, 23% apontaram o preço dos ingressos e 17% mencionaram a baixa qualidade dos times e a falta de ídolos.
    Para mim, os dois mais votados são mesmo os aspectos mais relevantes, com destaque, infelizmente, para a violência.
    Fico imaginando como se daria a presença do público nos estádios caso esses problemas fossem consideravelmente reduzidos.
    Muitos costumam dizer que brasileiro não gosta de futebol. Balela. Brasileiro, como qualquer pessoa, não acha a menor graça em arriscar o pescoço, preferindo o clima menos pesado de um bar ou a tranquilidade de sua própria casa.
    Abraço.

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